- QUE DROGA É ESSA REBECCA SWAN? – Cara acreditem ou não, todos pararam de conversar e me olharam, eu ainda continuei olhando Rebecca IGNORANDO-OS
Fim da 1 parte do capitulo 1
Capitulo 1 (parte 2)
Rodrigo Pov
Era uma sexta-feira, eu estava em uma casa que eu não conhecia, com 3 pessoas que eu particularmente achei que não existissem.
Quando aquela garota entrou pela sala de jantar, eu me vi reparando nela, a olhei de cima a baixo, mas na verdade não foi apenas eu que reparei nela, Vi todos os meus irmãos olhando-a. Ela tinha os cabelos cor de chocolate e os olhos dela eram de um verde magnífico, tinha um corpo bem desenhado, bonito, o rosto angelical, as bochechas rosadas, a boca de um tom rosa bem claro, enfim aquela era a garota dos meus sonhos- quer dizer, do sonho de qualquer cara- ela era linda, mais quando reparei na sua mão direita, eu vi um pequeno anel de madeira, confesso que me decepcionei, ouvi meus irmãos falarem baixinho para que ninguém pudesse escutar, nem mesmo ela:
- Ela é linda- Disse Ricardo
-Cara, que corpo- Fer falou, esse levou um pequeno beliscão de Natália
- É ela é realmente bonita, mais se comporte Fernando.
- Ela me parece simpática- Disse Pedro
- Ela é linda, parece simpática e adorável- Disse Julia, já idolatrando a Garota
Depois o pai dela disse algo que eu não entendi muito bem, ela sentou-se ao meu lado. Vanessa, Nêssa, era o nome dela, poxa ela não havia sorrido uma vez se quer!
O pai dela e minha mãe pediram licença e foram ir buscar o jantar
Minutos depois, a garota chamada Nêssa, olhou sua irmã Rebecca (uma menina adorável por sinal) então bateu a mão na mesa e quase gritou:
- QUE DROGA É ESSA REBECCA AMORIM? – na verdade ninguém sabia!
- Nêssa eu não sei de nada! – Rebecca disse baixinho para que ninguém pudesse entender, mais todos nós ouvimos
- REBECCA EU QUERO UMA EXPLICAÇAO, AGORA, NÃO ME INTERESSA SE VOCÊ NÃO FAZ A MINIMA IDEIA DO QUE ESTÁ ACONTEÇENDO AQUI, EU QUERO SABER! ANDA DIZ LOGO!
- Calma você está assustando as visitas! – Disse Rebecca, ela parecia calma, como se não soubesse que a irmã iria explodir em fúria.
- Rebecca, eu pouco me importo com a impressão que estou causando, eu apenas quero saber o que está havendo aqui! – Ela tinha diminuído o volume da voz, mais ainda estava irritada. – Eu chego do trabalho e acontece tudo isso, Cara, eu ainda moro aqui sabia?! Você e ele me devem uma explicação – desse Vanessa apontando para a cozinha.
-Nêssa, eu não sei de nada ta legal, agora para com esse escândalo, porque para tudo há uma explicação! – Disse Rebecca, ela não estava conseguindo acalmar Vanessa, ao contrario estava a deixando ainda mais impaciente. “Coitado do Ricardo” pensei comigo mesmo, ele estava entre o tiroteio, no meio das duas.
- Claro, claro, escândalo, eu apenas quero explicações, e que PORCARIA É ESSA DE NAMORADA? Quando é que ele tinha uma??
-Você está fazendo perguntas demais Vanessa– ela disse colocando as mãos na cabeça – a minha cabeça vai explodir com tantas perguntas. Eu respondo todas então.
- Então responda – disse Vanessa impaciente com a irmã, quer dizer com aquilo TUDO!
- Eu. Não. Sei. De. Nada! – ela disse, eu olhei meus irmãos, eles observavam a briga!
- Desculpe mais eu acho que ninguém aqui, a não serem eles é claro, sabem o que está acontecendo – disse Julia, eu sabia que ela interromperia a qualquer momento. Vanessa agora fitava Julia, depois de um longo silencio Vanessa apenas se arrumou na cadeira, pós as duas mãos uma de cada lado da cabeça, olhou para o teto e ficou assim até nossos pais irromperem pela porta, ela não mudou sua posição com a chegada. Eu, meus irmãos e Rebecca, fitávamos Vanessa até que eles colocarem a comida na grande mesa de mármore, mas ela continuou lá com as mãos na cabeça, olhando o teto e mordendo o lábio inferior. Mônica, minha mãe (ela havia adotado eu e meus irmãos) finalmente irrompeu o silencio.
-Tudo bem, aqui está crianças – ela nos olhou e depois olhou Nêssa que ainda estava igual uma estatua – Primeiro para os mais novos – falou minha mãe, pegando o prato de Rebecca.
Vanessa abaixou as mãos e ficou normal, ela parecia que iria ter um ataque de choro ali mesmo, mordia ainda o lábio inferior. Mônica colocou para todos um pouco de estrogonofe de frango e quando acabamos um pouco de lasanha.
- Podem atacar – disse Carlisle, todos exceto Vanessa pegaram seus talheres e começaram a comer. Sabe até estava bom, tinha um gosto de comida de minha mãe, provavelmente ela que tinha feito.
Nêssa nem havia mexido no prato quando todos terminaram. O que estava passando na cabeça dela aquele momento?
Vanessa Pov
Eu estava presente ali naquela sala somente de corpo, porque de pensamento eu estava em outra época, uma época onde eu era feliz, que meus pais estavam juntos ainda, que eles se amavam. Fui interrompida de meus pensamentos quando meu pai, havia feito uma pergunta a mim, mais eu não havia escutado.
- O que disse? – eu perguntei o olhando.
- Eu perguntei, porque você não comeu – ele falou sério, todos me olhavam.
-Não estou com fome – bufei.
- Mas são seus pratos prediletos! – ao que me parecia ele estava triste.
- É mais não estou com fome – eu falei
- Tudo... Err... Bem – ele parou, logo em seguida pigarreou e continuou – vocês devem estar de perguntando, o que vocês estão fazendo aqui, eu lhes digo – ele olhou para todos e depois pegou a mão de Mônica e disse – nós já estamos namorando há algum tempo, somos adultos e sabemos o que queremos da vida, nós decidimos... – ele olhou para ela depois de volta a todos – nos... CASAR – eu fiquei chocada, “CARA, ME BELISCA” eu pensei – eu pedi e ela aceitou, nós resolvemos fazer esse jantar para unir a família.
Eu pensei, pensei, re-pensei, me belisquei, mais nada, não acordei do maldito sonho, sonho não PESADELO.
- Todos vamos viajar para dois lugares bem legais – disse Mônica - eu digo TODOS – ela prolongou a palavra todos – vamos ficar 4 meses fora, dois meses nas ilhas do Caribe e 2 meses no Canadá, um lugar frio e o outro quente. Todos vão ok?!
Quando ela disse isso, eu cai na real, poxa não era sonho nem nada, eles iam mesmo se casar e nós teríamos que viajar, cara eu não me agüentei, levantei com tudo da cadeira, encarei meu pai e pelo canto do olho vi Rodrigo se levantar também.
- NÃOO – gritamos eu e ele ao mesmo tempo.
sábado, 3 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Capitulo 1 (Relembrando)
Vanessa Pov
Mudanças e mais mudanças ocorriam na minha vida, agora mais essa
Estava refletindo, trancada no meu quarto.
Por que ele não disse que iria se casar? Por que ele não disse que tinha uma namorada? Por que eu estou sendo obrigada a ir nessa DROGA de viajem em “família”?
Ta eu sei ninguém está entendendo nada né!Eu sei!
Tudo bem eu vou explicar para vocês o por que dessas perguntas!
.....................................................\..\.........................................................
2 dias atrás voltando do trabalho à noite.
.....................................................\...\..........................................................
Eu estava cansada, poxa, já era sexta-feira. Cara cansa trabalhar o dia todo e ainda por cima ir para a escola à noite.
Naquele dia eu não havia ido para a aula, já que não teria nada de especial apenas uma festa para comemorar a chegada das férias de dezembro. Como eu não sou boba, me diz: para que ficar perdendo tempo em uma sala de aula não fazendo nada, apenas conversando e comendo? ISSO NÃO É PARA MIM!
Estava descendo do taxi, claro, com a maior calma possível, pois eu estava de salto alto
Nesse dia eu usava um vestidinho roxo e um scarpin preto com um pouco de brilho. Então, relembrando, eu desci do taxi e fui para minha casa, me deparei com dois carros luxuosos em frente a minha casa, mais nem liguei, provavelmente eram pessoas que eu nem conhecia.
Destranquei o portão e entrei, quando abri a porta da sala veio um cheiro tão bom – papai deve estar cozinhando – pensei comigo mesma, mais deveria ser uma comemoração ou algo do tipo para estar fazendo meu e o prato predileto da Rebecca – Rebecca era minha irmã mais nova, ela tinha 13 anos e eu tinha 16 anos – Salmão e Estrogonofe de frango – sim eu senti direitinho o que era, mas afinal quem não sente de longo o cheiro de seu prato predileto?
Subi direto para meu quarto a fim de deixar minha bolsa e ir direto para a sala de jantar ou para a cozinha. Foi o que eu fiz, antes da cozinha da minha casa havia a sala de jantar, quando eu entrei na sala de jantar me deparei com 7 pessoas totalmente desconhecidas sentadas na enorme mesa e me parecendo conversar animadamente. Quando entrei e parei no exato momento em que vi aquilo, todos me olharam (inclusive meu pai e minha irmã) “Droga, virei o centro das atenções” - pensei.
Eram quatro meninos, um que era o de aparência mais jovem devia ter a idade de Rebecca, ele tinha os cabelos loiros arrepiados, pele branca e magro (bonito até)
Ele estava sentado ao da Rebecca, essa me mandava um olhar do tipo “MENINA PELO AMOR, NÃO FAÇA ESCANDALO”. Do lado do menino loiro havia um rapaz de cabelos cor de bronze era meio estranho seu cabelo, bagunçados casualmente, pele branca, olhos verdes e o corpo “AH MEU PAI, QUE CORPO”. Havia uma menina ao seu lado, ela tinha os cabelos pretos repicados para todos os lados, ela era pequena bonita também, o outro rapaz ao seu lado era um loiro, cabelos meio que arrepiados, pele branca, me parecia meio tímido, ao seu lado encontrava-se uma moça com cabelos loiros até a cintura, extremamente bonita também, ao seu lado havia outro rapaz o ultimo dali, ele era extremamente forte, (Cara eu havia ficado com medo dele) cabelos pretos bem curtinhos e um sorriso bem simpático para mim. Ao seu lado havia uma mulher de aparência bonita, cabelos até os ombros, cor chocolate lisos. Ela segurava a mão do meu pai. E por fim lá estava meu pai sentado ao seu lado... Espera ai eu disse SEGURANDO A MÃO DO MEU PAI? Sim ela estava lá segurando a mão dele.
Essa pequena avaliação durou apenas alguns minutos eu acho, meu pai se levantou, veio até mim, pegou minha mão e disse:
- Estávamos esperando você chegar! – Claro, pensei comigo mesma
- Ah é? – eu perguntei
-Sim, venha vou lhe apresentar... -ele fez uma pausa antes de começar a falar- esta é... Mônica minha... Hãã... Namorada - Cara, eu estava entrando em choque depois da palavra namorada! – E esses são seus filhos –
Ele apontou para o loiro sentado ao lado de Rebecca – Ricardo – Assim que ele disse o seu nome ele sorriu mostrando os dentes brancos e perfeitos – Esse é Rodrigo – ele apontou para o de cabelo cor de bronze, este sorriu também – Estes são Julia e Pedro– a menina de cabelos espetados e o loiro tímido sorriram – Natália e Fernando– a loira e o cara grandão sorriram – E pessoal está é minha filha mais velha Vanessa, mas podem chama – lá de Nêssa – Todos me olharam ainda sorrindo
- Oi – disseram em coro
-Olá- Eu disse sem jeito e indiferente.
-Venha sente-se- Disse meu pai, apontando para uma cadeira vazia bem no meio de Rodrigo (este sentado do lado direito da cadeira vazia) e de Ricardo (este sentado do lado esquerdo)
Lancei um olhar para meu pai do tipo “PAI, QUE MERDA É ESSA?” ele apenas sorriu com meu olhar – talvez ele não tenha entendido o meu olhar.
Mais eu fiz o que ele pediu, me sentei na cadeira e logo olhei em direção à Rebecca, esta mesma me olhou e parou de sorrir logo que nossos olhares se encontraram, ela levantou as mãos no ar e sacudiu os ombros, acho que ela tentava dizer “pare de me olhar assim Bella, eu não faço idéia do que é isso”. Desviei meu olhar do dela e passei a encara meu pai que estava com a mão na cintura da tal Mônica!
- Tudo bem- disse meu pai, acho que para quebrar o silêncio – Vamos comer!
Assim que ele disse, se levantou, estranhei ele não ter pedido a mim ou a Rebecca para ajudá-lo a servir. Ele disse algo no ouvido de MÔNICA que levantou prontamente e olhou para todos, com um sorriso no rosto.
-Me dêem licença, por favor – disse meu pai pegando a mão dela.
- Com licença – disse a tal da MÔNICA
Que palhaçada era aquela? Eu já estava ficando irritada com aquilo tudo. Eles saíram da sala e foram para a cozinha.
Os filhos da MÔNICA, aff, começaram a mumurar baixinho uns com os outros, só quem não se mexeu foram eu, Rodrigo, Ricardo e Rebecca. Cara, eu já estava louca! Imaginem só como minha cabeça devia estar naquele momento. Tinha trabalhado o dia todo e quando cheguei em casa havia toda aquela palhaçada ISSO JÁ TÁ VIRANDO UM CIRCO!
Olhei a Becca mais uma vez, ficamos nos encarando por um tempo, quando eu decidi abrir a boca para falar, eu havia me esquecido que tinha mais gente na sala, mais falei em alto e bom som:
- QUE DROGA É ESSA REBECCA AMORIM? – Cara, acreditem ou não, todos pararam de conversar e me olharam, eu ainda continuei olhando Rebecca IGNORANDO-OS
Fim da 1 parte do capitulo 1
Assinar:
Comentários (Atom)