sábado, 3 de outubro de 2009

Capítulo 1 Relembrando (parte 2)

- QUE DROGA É ESSA REBECCA SWAN? – Cara acreditem ou não, todos pararam de conversar e me olharam, eu ainda continuei olhando Rebecca IGNORANDO-OS
Fim da 1 parte do capitulo 1

Capitulo 1 (parte 2)

Rodrigo Pov


Era uma sexta-feira, eu estava em uma casa que eu não conhecia, com 3 pessoas que eu particularmente achei que não existissem.
Quando aquela garota entrou pela sala de jantar, eu me vi reparando nela, a olhei de cima a baixo, mas na verdade não foi apenas eu que reparei nela, Vi todos os meus irmãos olhando-a. Ela tinha os cabelos cor de chocolate e os olhos dela eram de um verde magnífico, tinha um corpo bem desenhado, bonito, o rosto angelical, as bochechas rosadas, a boca de um tom rosa bem claro, enfim aquela era a garota dos meus sonhos- quer dizer, do sonho de qualquer cara- ela era linda, mais quando reparei na sua mão direita, eu vi um pequeno anel de madeira, confesso que me decepcionei, ouvi meus irmãos falarem baixinho para que ninguém pudesse escutar, nem mesmo ela:
- Ela é linda- Disse Ricardo
-Cara, que corpo- Fer falou, esse levou um pequeno beliscão de Natália
- É ela é realmente bonita, mais se comporte Fernando.
- Ela me parece simpática- Disse Pedro
- Ela é linda, parece simpática e adorável- Disse Julia, já idolatrando a Garota
Depois o pai dela disse algo que eu não entendi muito bem, ela sentou-se ao meu lado. Vanessa, Nêssa, era o nome dela, poxa ela não havia sorrido uma vez se quer!
O pai dela e minha mãe pediram licença e foram ir buscar o jantar
Minutos depois, a garota chamada Nêssa, olhou sua irmã Rebecca (uma menina adorável por sinal) então bateu a mão na mesa e quase gritou:
- QUE DROGA É ESSA REBECCA AMORIM? – na verdade ninguém sabia!
- Nêssa eu não sei de nada! – Rebecca disse baixinho para que ninguém pudesse entender, mais todos nós ouvimos
- REBECCA EU QUERO UMA EXPLICAÇAO, AGORA, NÃO ME INTERESSA SE VOCÊ NÃO FAZ A MINIMA IDEIA DO QUE ESTÁ ACONTEÇENDO AQUI, EU QUERO SABER! ANDA DIZ LOGO!
- Calma você está assustando as visitas! – Disse Rebecca, ela parecia calma, como se não soubesse que a irmã iria explodir em fúria.
- Rebecca, eu pouco me importo com a impressão que estou causando, eu apenas quero saber o que está havendo aqui! – Ela tinha diminuído o volume da voz, mais ainda estava irritada. – Eu chego do trabalho e acontece tudo isso, Cara, eu ainda moro aqui sabia?! Você e ele me devem uma explicação – desse Vanessa apontando para a cozinha.
-Nêssa, eu não sei de nada ta legal, agora para com esse escândalo, porque para tudo há uma explicação! – Disse Rebecca, ela não estava conseguindo acalmar Vanessa, ao contrario estava a deixando ainda mais impaciente. “Coitado do Ricardo” pensei comigo mesmo, ele estava entre o tiroteio, no meio das duas.
- Claro, claro, escândalo, eu apenas quero explicações, e que PORCARIA É ESSA DE NAMORADA? Quando é que ele tinha uma??
-Você está fazendo perguntas demais Vanessa– ela disse colocando as mãos na cabeça – a minha cabeça vai explodir com tantas perguntas. Eu respondo todas então.
- Então responda – disse Vanessa impaciente com a irmã, quer dizer com aquilo TUDO!
- Eu. Não. Sei. De. Nada! – ela disse, eu olhei meus irmãos, eles observavam a briga!
- Desculpe mais eu acho que ninguém aqui, a não serem eles é claro, sabem o que está acontecendo – disse Julia, eu sabia que ela interromperia a qualquer momento. Vanessa agora fitava Julia, depois de um longo silencio Vanessa apenas se arrumou na cadeira, pós as duas mãos uma de cada lado da cabeça, olhou para o teto e ficou assim até nossos pais irromperem pela porta, ela não mudou sua posição com a chegada. Eu, meus irmãos e Rebecca, fitávamos Vanessa até que eles colocarem a comida na grande mesa de mármore, mas ela continuou lá com as mãos na cabeça, olhando o teto e mordendo o lábio inferior. Mônica, minha mãe (ela havia adotado eu e meus irmãos) finalmente irrompeu o silencio.
-Tudo bem, aqui está crianças – ela nos olhou e depois olhou Nêssa que ainda estava igual uma estatua – Primeiro para os mais novos – falou minha mãe, pegando o prato de Rebecca.
Vanessa abaixou as mãos e ficou normal, ela parecia que iria ter um ataque de choro ali mesmo, mordia ainda o lábio inferior. Mônica colocou para todos um pouco de estrogonofe de frango e quando acabamos um pouco de lasanha.
- Podem atacar – disse Carlisle, todos exceto Vanessa pegaram seus talheres e começaram a comer. Sabe até estava bom, tinha um gosto de comida de minha mãe, provavelmente ela que tinha feito.
Nêssa nem havia mexido no prato quando todos terminaram. O que estava passando na cabeça dela aquele momento?


Vanessa Pov

Eu estava presente ali naquela sala somente de corpo, porque de pensamento eu estava em outra época, uma época onde eu era feliz, que meus pais estavam juntos ainda, que eles se amavam. Fui interrompida de meus pensamentos quando meu pai, havia feito uma pergunta a mim, mais eu não havia escutado.
- O que disse? – eu perguntei o olhando.
- Eu perguntei, porque você não comeu – ele falou sério, todos me olhavam.
-Não estou com fome – bufei.
- Mas são seus pratos prediletos! – ao que me parecia ele estava triste.
- É mais não estou com fome – eu falei
- Tudo... Err... Bem – ele parou, logo em seguida pigarreou e continuou – vocês devem estar de perguntando, o que vocês estão fazendo aqui, eu lhes digo – ele olhou para todos e depois pegou a mão de Mônica e disse – nós já estamos namorando há algum tempo, somos adultos e sabemos o que queremos da vida, nós decidimos... – ele olhou para ela depois de volta a todos – nos... CASAR – eu fiquei chocada, “CARA, ME BELISCA” eu pensei – eu pedi e ela aceitou, nós resolvemos fazer esse jantar para unir a família.
Eu pensei, pensei, re-pensei, me belisquei, mais nada, não acordei do maldito sonho, sonho não PESADELO.
- Todos vamos viajar para dois lugares bem legais – disse Mônica - eu digo TODOS – ela prolongou a palavra todos – vamos ficar 4 meses fora, dois meses nas ilhas do Caribe e 2 meses no Canadá, um lugar frio e o outro quente. Todos vão ok?!
Quando ela disse isso, eu cai na real, poxa não era sonho nem nada, eles iam mesmo se casar e nós teríamos que viajar, cara eu não me agüentei, levantei com tudo da cadeira, encarei meu pai e pelo canto do olho vi Rodrigo se levantar também.
- NÃOO – gritamos eu e ele ao mesmo tempo.

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